Um burro, dos que persistem em existir, que ainda não se refugiaram na Assembleia da República e, também por isso, dos que ainda são úteis. Muitos houve em Trás-os-Montes e em Pedome também, mas estes, os de quatro patas, tendem a desaparecer. Armando Sena
Quando começarem a faltar as pernas será um amigo destes que me levará pelo campo.
ResponderEliminarUm abraço,
mário
Olá Armando,
ResponderEliminarCuriosas e inteligentes metáforas.
Adoro burros, de quatro patas, evidentemente.
Pedome tinha muitos. Que ternura!
No Alentejo, também havia muitos e o meu avô tinha alguns.
Obrigada pelo seu brilhante e inteligente comentário.
Discreto, mas certeiro.
Boa semana.
Beijo da Luz.